terça-feira, 23 de novembro de 2010

Uma Pena sem destino

                         Uma Pena sem destino

Sou como uma Pena que foi lançada sobre o vento forte, frio e assustador pela sua força.
Inseguro e com medo por saber que fui retirado da pele que me segurava e fortificava por todos esses anos.
 E agora sendo guiado por um vento que muda sua direção a cada segundo, flutuando sobre o obstrato e com medo de saber onde irei cai para me decompor, lutando para que o vento nunca esteja fraco, pois quero permanecer a flutuar e nunca me repousar até que a tristeza me doma por todo.
 Mas caso for de o vento para, que pare sobre uma nevasca onde serei congelado e ficarei conservado ano pós ano, assim podendo pensar no que vira depois de todas essas fazes que me surpreende a cada segundo a pulsar em um velho relógio.

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